Caravana jovem contra o trabalho infantil chega a BH

Etapa sudeste será realizada em Minas Gerais, Espirito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo

"Assegurar direito de participação de crianças e de adolescentes nos espaços de políticas públicas relacionados aos seus direitos", esse é objetivo central do projeto Caravana da Participação, explica o secretário executivo do Conapeti, procurador do Trabalho Antonio Lima. A Caravana da Participação chegará a Belo Horizonte na próxima segunda feira, onde serão promovidas discussões de assuntos como o trabalho infantil e envolvimento cidadão de jovens em temas políticos sociais relevantes. O Ministério Público do Trabalho (MPT) vai sediar uma atividade da caravana, na segunda-feira, das 9h às 12h, na sua sede (Rua Bernardo Guimarães, 1.615, Bairro Funcionários, Região Centro-Sul da capital).

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Acordo por descumprimento de TAC destina curso de informática a adolescentes

Vagas são preenchidas por egressos do sistema sócio educativo ou que estão cumprindo medidas socioeducativas

Uma multa por descumprimento de termo de ajustamento de conduta (TAC) foi destinada à oferta de um curso de introdução à informática para 20 adolescentes em Belo Horizonte. As vagas são destinadas a egressos do sistema sócio educativo ou aqueles que estão cumprindo medidas socioeducativas. O benefício é fruto de um acordo celebrado entre o Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) durante audiências administrativas, conduzidas pela procuradora Luciana Coutinho.

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De produto de valor à invisibilidade: a história dos escravos no Brasil

Catarina von Zuben e Ulisses Dias de Carvalho
Procuradores do Ministério Público do Trabalho
Coordenadores nacionais de Erradicação do Trabalho Escravo (Conaete)

Em 1780, Joanna Baptista, filha de uma índia e de um escravo, órfã e livre, para fugir da pobreza absoluta, vendeu-se, como escrava, para o catalão Pedro da Costa.
Diante da estranheza e extraordinariedade da situação, o governador do Pará e Rio Negro, Telo de Menezes, determinou a anulação do "negócio" e a punição dos envolvidos. Essa história está retratada no livro Achados e perdidos da história: escravos, de Leandro Narloch.
Há séculos a pobreza extrema e a falta de alternativas de subsistência levam um grande número de brasileiros humildes e marginalizados a se expor a condições indignas, submetendo-se ao trabalho análogo a de escravo.

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