O MPT-MG terá nova administração a partir de 1º de outubro de 2025

Max Emiliano da Silva Sena foi eleito para o cargo de procurador-chefe

Belo Horizonte (MG) - O procurador do Trabalho Max Emiliano da Silva Sena foi eleito por seus pares, nesta quarta-feira, 27, para o cargo de procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho em Minas Gerais (PRT3) para o biênio 2025-2027 e assume a função a partir de 1º de outubro. Além da sede em Belo Horizonte, ele vai administrar outras dez unidades que o MPT mantém nas cidades de Coronel Fabriciano, Governador Valadares, Teófilo Otoni, Juiz de Fora, Uberlândia, Patos de Minas, Pouso Alegre, Divinópolis, Montes Claros e Varginha.

Mineiro da cidade de Pedra Azul, Max Emiliano Sena é procurador do Trabalho desde 2010. Iniciou sua carreira no município de Governador Valadares (MG), onde atuou como coordenador por muitos anos. Ao longo de sua trajetória, desempenhou papéis relevantes em diferentes frentes da atuação institucional, tanto na sede da regional mineira quanto na Procuradoria-Geral do Trabalho (PGT).

Em âmbito nacional, integrou comissões estratégicas, como o Comitê de Planejamento e Gestão Estratégica (CPGE), onde foi relator do estudo do Grupo de Trabalho de Interiorização. Também participou do CARI – Comitê de Análise de Resultados Institucionais, além de compor a Comissão Examinadora do 21º Concurso para Procurador do Trabalho.

Na regional mineira, colaborou com a Comissão de Estudo sobre Interiorização e com o Subcomitê Diretivo de Tecnologia da Informação (SDTI). Atualmente, integra a Comissão para Estudo e Implementação de Melhorias nos Processos de Trabalho dos Técnicos Vinculados aos Ofícios de 1º Grau da sede da Regional.

Acadêmico, Max Sena é doutor em Direito Privado pela PUC Minas e mestre em Direito Público pela Universidade FUMEC. Possui ainda pós-graduações em Direito Público e em Direitos Humanos e Trabalho. É autor de livros como "A força normativa do valor social do trabalho" e "A efetividade dos direitos trabalhistas com pressuposto de cidadania", além de capítulos de obras coletivas e artigos jurídicos.

Antes de ingressar como procurador do Trabalho, ocupou os cargos de analista processual no MPT, oficial do Ministério Público no Estado de Minas Gerais e auxiliar de administração na OAB-MG.

A eleição para procurador-chefe é realizada a cada dois anos, com possibilidade de uma reeleição. O mandato tem início em 1º de outubro de 2025 e a administração é composta também por um vice-procurador(a) chefe e um coordenador(a) de 1º e 2º graus que serão indicados nos próximos dias.

 

 

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