MPT e parceiros lançam campanha #AprendizagemTransforma

Objetivo é reforçar a importância da aprendizagem profissional para o combate e a prevenção do trabalho infantil

O Ministério Público do Trabalho (MPT), com a Justiça do Trabalho, a Organização Internacional do Trabalho no Brasil, o Fórum Nacional de Proteção e Erradicação do Trabalho Infantil (Fnpeti) e Inspeção do Trabalho (SIT), lançaram na terça-feira (15/10), campanha em defesa da aprendizagem profissional como instituto eficaz para o combate e a prevenção do trabalho infantil no país, inclusive no tráfico de drogas. "O objetivo é reforçar a importância dessa política pública capaz de transformar vidas, resgatar e promover cidadania, ressignificar valores, aumentar a escolarização, e prevenir ou interromper a trajetória infracional de quase um milhão de jovens e adolescentes brasileiros", conta a coordenadora nacional de Combate à Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente (Coordinfância), do MPT, procuradora Ana Maria Villa Real. Segundo a coordenadora, a exploração de crianças e adolescentes no tráfico de drogas é uma das piores formas de trabalho infantil.

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Projeto de lei institui Abril Verde em Coronel Fabriciano

Sugerida pelo MPT, proposta foi aprovada por unanimidade pela Câmara Municipal

Coronel Fabriciano - O Abril Verde, mês destinado a discutir com a sociedade questões ligadas à prevenção de acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, saúde e segurança laboral, passou a integrar o calendário oficial de eventos do município de Coronel Fabriciano, no Vale do Aço. A iniciativa foi instituída por meio do Projeto de Lei Ordinária (PLO) 3.002/2019, sugerido pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). A proposta teve aprovação por unanimidade na Câmara Municipal, durante sessão em 8 de outubro.

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Nota de apoio à procuradora do Trabalho Sarah Bonaccorsi Golgher após ataques

O Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro (MPT-RJ), por meio da Procuradoria Regional do Trabalho da 1ª Região (PRT1), manifesta expresso apoio à atuação da procuradora do Trabalho, Sarah Bonaccorsi Golgher, da Procuradoria do Trabalho no Município (PTM) de Campos dos Goytacazes.

Ontem (9/10), após divulgação de noticia referente a judicialização de quatro demandas em face de nove pessoas ligadas à Usina Canabrava, a procuradora sofreu ataques de cunho pessoal da parte de dirigentes da Usina.

Durante a operação "Opus Liberi", movida pelo MPT em Campos dos Goytacazes, em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal e a Superintendência Regional do Trabalho, quase 200 empregados da Usina Canabrava aliciados no Norte de Minas Gerais foram encontrados em situação degradante de trabalho.

Considerando que a nota divulgada pela empresa não envolve a operação em si e não contém quaisquer argumentos jurídicos e que é atribuição do MPT fiscalizar o cumprimento da legislação trabalhista quando houver interesse público e promover a ação civil pública no âmbito da Justiça do Trabalho para defesa de interesses coletivos, quando desrespeitados direitos sociais constitucionalmente garantidos aos trabalhadores, o MPT-RJ reafirma o seu apoio e solidariedade à representante do MPT em Campos dos Goytacazes e titular da ação.

Fonte:

Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro (MPT-RJ)

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Operação realizada na Usina Canabrava resulta no ajuizamento de quatro demandas na Justiça do Trabalho

Quase 200 empregados aliciados no Norte de Minas Gerais foram encontrados em situação degradante de trabalho em Campos

A operação "Opus Liberi", realizada entre os meses de agosto e setembro de 2019, resultou no ajuizamento de quatro demandas em face de nove pessoas, entre físicas e jurídicas, ligadas à Usina Canabrava: Rodrigo Luppi de Oliveira; Ângela Cristina Conti de Oliveira; ACC Agrícola Eireli; Álcool Química Canabrava S.A; Canabrava Agrícola S.A.; Canabrava Energética S.A; Maria Zilda Conti; MZ Negócios Administrativos Eireli – EPP e RLO Solução Empresarial – Consultoria e Assessoria Eireli – EPP. A inclusão de todos como réus das ações trabalhistas se dá pela confusão no patrimônio existente entre eles, principalmente Rodrigo Luppi de Oliveira, que atualmente é arrendatário da Canabrava através da empresa de que é sócio único (RLO), e, segundo apurado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), utilizando o nome da mulher (Ângela) e da sogra (Maria Zilda), cria empresas para os mais variados ilícitos, inclusive sonegação de direitos trabalhistas.

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