MPT defende fortalecimento da rede de proteção a crianças e adolescentes
Procuradora aponta invisibilidade como empecilho ao combate ao trabalho infantil
Brasília – A fragilidade da rede de proteção socioassistencial, juntamente com a invisibilidade e a naturalização que se dá ao trabalho infantil, comprometem a proteção de crianças e adolescentes. A avaliação é da procuradora-chefa do Ministério Público do Trabalho no Pará e Amapá (MPT PA-AP), Rejane Barros Meireles Alves, que participou por videoconferência de audiência pública na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (10.4). O debate ocorreu na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado e discutiu denúncias de exploração sexual infantil na ilha de Marajó (PA).