TST mantém condenação de empresa por assédio a empregadas terceirizadas grávidas

A ré terá que pagar R$ 30 mil por dano moral coletivo como previsto em ação do MPT

Pouso Alegre (MG) – A segunda turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) responsabilizou o Banco BMG S.A após discriminação e violência psicológica contra grávidas em Pouso Alegre. Essas irregularidades eram praticadas pela prestadora de serviços Idealcred Promotora de Cadastros e Publicidade Ltda. Por meio da condenação, se a Idealcred não pagar a indenização por dano moral coletivo no valor de R$ 30 mil, o BMG deverá arcar com o pagamento.

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“Empresas que se beneficiam de trabalho escravo devem ser responsabilizadas e adotar medidas eficazes de prevenção”, afirma procurador do Trabalho Luciano Aragão

A responsabilidade das empresas nas cadeias produtivas foi o tema do segundo painel da tarde desta terça-feira (27/2) no seminário de combate ao trabalho escravo. A atividade contou com as falas do procurador do Trabalho do Estado do Maranhão e Coordenador da Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo (CONAETE), Luciano Aragão, e da coordenadora do Observatório do Trabalho Escravo da Universidade Federal de Minas Gerais, Lívia Mendes Moreira Miraglia. A mediação ficou a cargo da juíza do Trabalho e primeira gestora do Programa de Combate ao Trabalho Infantil e de Estímulo à Aprendizagem do TRT-6, Maria Odete Freire de Araújo. O seminário prossegue com palestras, rodas de conversa e debates até a próxima quarta-feira (27/2), em Bento Gonçalves.

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VelociRápidos disputaram, nesse domingo (25/02), a Corrida Boníssima Run

A prova foi realizada na região da Pampulha e foi o último desafio oficial nas pistas desta 3ª edição

Belo Horizonte (MG) - O grupo de corrida VelociRápidos enfrentou, no último domingo, 25, seu quarto e último desafio oficial nas pistas nesta 3ª edição do projeto. Do total de jovens que compõem o grupo, 17 participaram da Corrida Boníssima Run, realizada na Praça Nova na Pampulha, em Belo Horizonte.

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TACs assinados perante o MPT vão promover a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho

Mais de 170 postos de trabalho devem ser ocupados por PCDs nas duas empresas compromissadas

Belo Horizonte (MG) – A empresa de fundição de ferro e aço TUPY MINAS GERAIS LTDA., localizada em Betim, e a empresa de vigilância e segurança privada SEGEX SEGURANÇA PRIVADA LTDA, localizada em Belo Horizonte, assinaram Termos de Ajuste de Conduta (TACs) perante o Ministério Público do Trabalho em Minas Gerais (MPT-MG), comprometendo-se a regularizar a contratação de pessoas com deficiência ou reabilitadas. Essa é matéria de atuação prioritária do MPT.

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