Esse é o foco de um acordo formalizado entre o MPT, o MPMG e o América Futebol Clube
Oferecer acesso gratuito a escolas de futebol para crianças e adolescentes, na faixa etária de 10 a 16 anos, que estejam em situação de vulnerabilidade social. Essa é uma das obrigações previstas no acordo formalizado entre o Ministério Público do Trabalho (MPT), o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e o América Futebol Clube. A assinatura do acordo foi divulgada em solenidade, que reuniu, nesta segunda-feira, 24, atores sociais que vão atuar diretamente na concretização do projeto em Belo Horizonte e Ribeirão das Neves.
A proteção do trabalhador diante dos avanços da tecnologia digital foi tema levado ao debate no segundo painel do simpósio Futuro do Trabalho – Efeitos da Revolução na Sociedade. O evento foi realizado no Ministério Público do Trabalho (MPT), em Belo Horizonte, pela Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU) e contou com a participação de procuradores e magistrados do trabalho, acadêmicos, profissionais e estudantes de Direito.
O trabalho nas ruas voltou a ser uma preocupação para os órgãos de proteção da criança e do adolescente
Nos últimos cinco anos, o Ministério Público do Trabalho (MPT) recebeu um total de 2.034 denúncias de situações de exploração do trabalho de crianças e adolescentes. O trabalho nas ruas e o trabalho doméstico, que estão entre as piores formas de trabalho infantil, voltaram a ser denunciados com mais recorrência. Para enfrentar esse problema o MPT desenvolve ações de repressão e também de orientação, conscientização e sensibilização da sociedade, de empregadores e do poder público.
O Ministério Público do Trabalho em Belo Horizonte sediou em 13 de junho o simpósio "Futuro do Trabalho – Os efeitos da Revolução Digital na Sociedade". O evento coloca em debate os avanços tecnológicos, suas repercussões no mundo do trabalho e caminhos para a proteção do trabalho na modernidade. O seminário foi realizado pela Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU) e contou com a participação de procuradores e magistrados do trabalho, acadêmicos, profissionais e estudantes de Direito.
Sentença em ação civil pública do MPT determina que seja cumprida a cota de 5% prevista em lei
A Viação Santa Edwiges Ltda terá que abrir pelo menos 52 novas vagas de emprego para pessoas com deficiência (PCDs) ou reabilitados pela Previdência Social. É o que determina uma sentença da 5ª Vara do Trabalho de Betim em uma ação civil pública (ACP) proposta pelo Ministério Público do Trabalho em Minas Gerais (MPT-MG), que impôs outras obrigações à empresa. A ré, que opera no segmento de transporte de passageiros na Região Metropolitana de Belo Horizonte, é alvo de investigação do MPT no âmbito do projeto Inclusão de Acessibilidade, da Coordenadoria Nacional de Promoção de Igualdade de Oportunidade (Coordigualdade). No decorrer do processo, o Ministério Público do Trabalho (MPT) constatou que o número de pessoas com deficiência ou reabilitadas empregadas pela Viação Santa Edwiges estava inferior ao que preconiza artigo 93 da Lei nº 8.213/91.