Quantas vidas o trabalho escravo abortou?

Em ato público hoje em BH a necessidade da erradicação do trabalho escravo foi enfatizada

Belo Horizonte (MG) - Segundo dados do Observatório da Erradicação do Trabalho Escravo e do Tráfico de Pessoas mais de 63 mil pessoas foram resgatadas dessa situação no Brasil, nos últimos 30 anos. Em Minas Gerais foram mais de 7 mil. Esses são somente os casos investigados, fora dessa conta estão todos os outros que não foram denunciados. Essa realidade que precisa ser erradicada da vida civilizada ganhou visibilidade especial em diversos atos públicos e eventos, no Brasil inteiro.

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Em quatro anos, MPT firma 1.728 acordos para combater trabalho escravo e tráfico de pessoas

Instituição ajuizou 360 ações civis públicas entre 2021 e 2024

Brasília (DF) – Nos últimos quatro anos, o Ministério Público do Trabalho (MPT) firmou 1.728 termos de ajuste de conduta (TAC) para combater o trabalho escravo e o tráfico de pessoas e garantir os direitos de trabalhadores resgatados. No mesmo período, a instituição ajuizou 360 ações civis públicas sobre o tema. Neste 28 de janeiro, Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, o MPT reafirma o seu compromisso em promover o enfrentamento a esse crime e traz novos dados sobre o tema.

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Decisão judicial favorável ao MPT determina que Viação Santa Edwiges cumpra a cota de aprendizagem

A previsão é que sejam abertas pelo menos 20 novas vagas para jovens com idade entre 14 e 24 anos

Belo Horizonte (MG) – "Promover a contratação e matrícula de aprendizes no percentual de, no mínimo, 5%, e, no máximo, 15% dos trabalhadores existentes em cada estabelecimento cujas funções demandem formação profissional". Essa foi uma das determinações judiciais favoráveis ao Ministério Público do Trabalho (MPT) em decisão liminar publicada pela 2ª Vara do Trabalho de Betim, no último dia 24, sexta-feira, contra a Viação Santa Edwiges.

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O MPT-MG abriu 248 procedimentos para investigar trabalho análogo ao de escravo em 2024

28 de janeiro é o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo

Belo Horizonte (MG) – Em carvoarias, confecções, na indústria automobilística, na colheita de grãos e até mesmo em casas de famílias, o trabalho análogo ao de escravo pode estar em todo lugar! Só em 2024, no Brasil, foram mais de 1.600 pessoas resgatadas nessas condições pelo Grupo Móvel de Fiscalização e Combate ao Trabalho Escravo. No Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, 28 de janeiro, todas as instituições que integram a rede de proteção alertam para a emergência da erradicação dessa forma de exploração.

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Saiba mais sobre o Grupo Especial de Fiscalização Móvel

Com atuação em todo o território nacional, ele é fundamental no combate ao trabalho análogo ao de escravo

 

Belo Horizonte (MG) – Você já ouviu falar sobre o Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM)? Ele foi criado em 1995, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a fim de tornar mais ágil e eficaz o combate ao trabalho análogo ao de escravo e atua plenamente em todo o território nacional. Em 1995, aliás, o Estado brasileiro reconheceu oficialmente a existência de trabalho escravo no país e passou a elaborar ações para combater o problema.

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