TST condena UFU e empresa terceirizada por discriminação estética contra vigilantes
O Tribunal reconheceu que a exigência de barba e cabelo "aparados" é ofensiva, viola a dignidade humana e gera dano moral coletivo
Patos de Minas (MG) - Após investigar denúncias de discriminação estética contra vigilantes terceirizados, o Ministério Público do Trabalho (MPT) obteve na Justiça a condenação da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e da empresa contratada, assegurando o fim da prática e a reparação por dano moral coletivo no valor de R$ 30 mil.