Em 2024, meio ambiente do trabalho foi a área com maior número de procedimentos instaurados pela PTM de Teófilo Otoni

O tema correspondeu a 16% dos procedimentos abertos pela PTM

Teófilo Otoni (MG) – Em 2024 a Procuradoria do Trabalho de Teófilo Otoni (PTM) instaurou 75 inquéritos civis para investigar irregularidades trabalhistas. As três áreas com maior número de apurações foram: meio ambiente do trabalho; igualdade de oportunidades, violência, assédio e discriminação nas relações de trabalho; proteção da criança e do adolescente.

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Indústria do Triângulo Mineiro assina TAC após constatação de irregularidades no ambiente de trabalho

Práticas de assédio moral também foram constatadas e tratadas por meio do TAC

 

Uberlândia (MG) – Uma indústria localizada em Uberaba, região do Triângulo Mineiro, assinou um termo de ajuste de conduta (TAC) com o Ministério Público do Trabalho (MPT). Os ajustes ocorreram após o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador constatar irregularidades trabalhistas associadas à prática de assédio moral e a condições inadequadas da atividade no meio ambiente de trabalho. Desse modo, o TAC firmado objetiva proteger os atuais e futuros empregados da empresa.

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O MPT-MG abriu 248 procedimentos para investigar trabalho análogo ao de escravo em 2024

28 de janeiro é o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo

Belo Horizonte (MG) – Em carvoarias, confecções, na indústria automobilística, na colheita de grãos e até mesmo em casas de famílias, o trabalho análogo ao de escravo pode estar em todo lugar! Só em 2024, no Brasil, foram mais de 1.600 pessoas resgatadas nessas condições pelo Grupo Móvel de Fiscalização e Combate ao Trabalho Escravo. No Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, 28 de janeiro, todas as instituições que integram a rede de proteção alertam para a emergência da erradicação dessa forma de exploração.

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Saiba mais sobre o Grupo Especial de Fiscalização Móvel

Com atuação em todo o território nacional, ele é fundamental no combate ao trabalho análogo ao de escravo

 

Belo Horizonte (MG) – Você já ouviu falar sobre o Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM)? Ele foi criado em 1995, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a fim de tornar mais ágil e eficaz o combate ao trabalho análogo ao de escravo e atua plenamente em todo o território nacional. Em 1995, aliás, o Estado brasileiro reconheceu oficialmente a existência de trabalho escravo no país e passou a elaborar ações para combater o problema.

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